Incio

Sobre Nós

Serviços |

Catalógo |

Tundavala On

Comunicação eficiente!


EMPREENDEDORISMO

""

Micro empresas falidas na Huíla

Dados do Fórum Angola de Jovens Empreendedor na Província apontam para 96 declarações de falências e 200 chefes famílias no desemprego


18 de Dezembro de 2017



O empreendedorismo, uma das apostas do Executivo para o combate ao desemprego, está em risco na província da Huíla. Em causa, estão as dificuldades resultantes da crise económica que provaram a falência de perto de 100 micro, pequenas e médias empresas, de acordo com os dados provisórios do Fórum Angolano de Jovens Empreendedor (FAJE) na província .

O coordenador-adjunto do Fórum Angolano de Jovens Empreendedor (FAJE), Piedade Pena, informou que, de 2014 à presente data, noventa e seis empresas de vários ramos de negócios fecharam as portas.

Piedade Pena disse que, como consequência do encerramento de negócios das micro, pequenas e medias empresas, mais 200 chefes de famílias ficaram no desemprego.

O coordenador-adjunto do FAJE na Huíla apontou como principais causas da falências os atrasos nos pagamentos por parte do Estado, as dificuldades de acesso ao financiamento e às dívidas e as barreiras na importação de mercadorias ou equipamentos.
“Grande parte das empresas falidas eram importadoras.

Quando a crise eclodiu muitas empresas viram-se com falta de liquidez e mãos atadas para continuidade dos seus negócios por atrasos nos recebimentos e impasse no acesso à dividas a taxa de câmbios favoráveis”, disse. Acrescentou que os membros beneficiam de formação sobre gestão de negócios.

O coordenador-adjunto do FAJE disse que as dificuldades do governo de honrar os compromissos com as empresas fornecedoras de bens e serviços diversos têm impacto negativo nos negócios dos empreendedores.

O Fórum Angolano de Jovens Empreendedor (FAJE) controlava, em 2014, 240 jovens empreenderes. “Registamos uma baixa significativas de associados que faliram por estas razões. 40 por centos dos jovens empreendedores viram os seus negócios falir devido as dificuldades do contexto económico”, disse.

Piedade Pena defende acompanhamento e fiscalização pelas autoridades competentes do programas de financiamentos destinados aos jovens empreendedores, as políticas de venda de dividas e a aceleração nos pagamento das dividas.

O também empreendedor não percebe como as divisas vão parar nas ruas a preços altos, quando as casas de câmbios estão sem dólares ou euros para venda. Argumentou que esta situação mostra um descontrolo das políticas monetárias e financeiras em Angola.

O Instituto Nacional de Apoio as Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) informou em Outubro o financiamento de cerca de 160,1 milhões de Kwanzas, à luz do crédito Projovem.


Compartilhar:


Kim Kardashian recebe carta de um assaltante de França

Carnaval sem alegria nem folia

Jovens líderes africanos são formados em Maputo

O casamento que parou o Lubango

A febre de doenças conjunturais

Preso disposto a doar medula óssea

COLUNISTAS

Edson Kassanga

Amante de literatura. Tem como hobby a escrita de poesia e contos. Estudante frequenta o curso de Relações Internacionais no Instituto Superior de Relações Internacionais Ministro Venâncio de Moura/MIREX-Luanda.

Mucuta Mukhuta

Técnico de comunicação. Gosta de escrever reportagens, crónicas, poesias. Filmmaker e Fotógrafo de eventos sociais. Empreendedor e Estudante de economia (Marketing).

Fique atualizado. Colabore. Envie o seu conteúdo

Tundavala-AudioVisuais © 2018